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Nosso sócio Francisco da Costa e Silva conversou com o jornal O Globo sobre a liquidação extrajudicial do Banco Master

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Nosso sócio Francisco da Costa e Silva conversou com o jornal O Globo sobre a liquidação extrajudicial do Banco Master. A reportagem aborda que o caso trouxe à tona os investimentos de risco que vinham sendo feitos pelo Rioprevidência, fundo de aposentadoria dos servidores estaduais.

De acordo com a matéria, o órgão aplicou R$ 2,6 bilhões em letras financeiras e títulos de renda fixa na instituição financeira e em sua corretora desde 2023, de acordo com auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que vinha fazendo alertas sobre irregularidades nessas operações há um ano. Agora, mesmo sem a certeza de que receberá esses valores de volta, o governo do Rio garante que os pagamentos aos inativos e pensionistas não serão afetados.

Costa e Silva, afirmou ao jornal que não há a garantia de que o dinheiro aplicado será recuperado. Ele explicou que todos os ativos do banco formarão uma massa para o pagamento de credores — e o órgão de previdência será um deles.

Antes disso, há uma longa etapa a ser cumprida, afirma: “Hoje, o banco Master é uma incógnita. Não é possível saber hoje se os balanços foram maquiados ou fraudados. Só depois da entrada do interventor e essa auditoria ser concluída, o que pode levar meses vai se ter algo mais concreto. Por cada CNPJ ou CPF o que está assegurado, em alguns casos, são os R$ 250 mil do FGC. Um valor ínfimo diante do aporte do Rioprevidência na instituição”.

A reportagem também foi publicada pelo portal InfoMoney. Confira o texto completo.

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