Larissa Bosco atua há mais de dez anos na área de previdência complementar, com especial foco na assessoria a investidores institucionais e na defesa dos interesses de seus dirigentes perante tribunais administrativos e judiciais.
É mestre em Economia pela Universidade Federal do Paraná, com dissertação sobre previdência complementar. Coordena o Squad de Boas Práticas da Associação dos Fundos de Pensão e Patrocinadores do Setor Privado-APEP.
Em 2026, recebeu o “Young Practitioners’ Award” da International Pension & Employee Benefits Lawyers Association (IPEBLA), associação com sede no Canadá.
É autora do livro “Servidores Públicos Federais: Análise do regime de previdência complementar oferecido pela Funpresp”, publicado pela Editora Roncarati em 2024.
Graduada em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF) (2018)
Pós-graduada em Direito Econômico e Desenvolvimento pela Universidade de São Paulo (USP) (2022)
Mestra em Economia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) (2021/2023)
Português e inglês
Em sessão realizada no fim de setembro, o Tribunal de Contas da União (TCU) definiu os requisitos que devem ser observados por empresas públicas e sociedades de economia mista na indicação de administradores e conselheiros fiscais para sociedades privadas nas quais detenham participação minoritária, sem exercer controle. A
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A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) publicou a Portaria nº 664, de 26 de agosto de 2026, que institui o Índice de Transparência e Governança (ITG-PREVIC). Esse instrumento passará a avaliar anualmente as práticas de governança, gestão, controles internos e monitoramento de riscos das entidades fechadas de
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