Nosso sócio Thiago Araújo participou de reportagem do Estadão sobre a queda de investimentos no setor de saneamento.
As principais operações de mercado realizadas em 2026 registraram baixa concorrência e, em algumas disputas, não houve nenhum interessado. Além disso, alguns projetos foram adiados em meio a um ambiente macroeconômico desafiador.
Thiago avalia que a menor concorrência reflete uma mudança no perfil dos ativos que chegam ao mercado. “O novo marco legal do saneamento ampliou a participação da inciativa privada e permitiu que os projetos mais atrativos fossem licitados primeiro. Agora, os ativos remanescentes exigem investimentos mais elevados, apresentam maior complexidade operacional e demandam modelagem sofisticadas para preservar sua atratividade”, analisa.