Nosso sócio Francisco da Costa e Silva conversou com o Valor Econômico em reportagem que aborda o fato de que, pouco mais de um mês para o fim do ano, o governo ainda não ter sinalizado sobre a recomposição do colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que corre o risco de ficar virtualmente paralisada a partir do ano que vem, com o término do mandato do diretor e presidente interino no final deste ano.
De acordo com o jornal, a partir dessa data, se não houver indicações, o colegiado da autarquia ficará com apenas dois de cinco diretores, o que tende atrasar o andamento de julgamentos e aumentar o estoque de processos. Nos bastidores, no Rio e em Brasília, a escolha dos nomes para a CVM enfrenta impasses políticos, e a proximidade do recesso parlamentar indica que a definição pode ficar para 2026.
Para Costa, o principal risco é a redução na velocidade da atuação do colegiado e o aumento do estoque de processos: “Vejo um aumento da morosidade com apenas dois diretores. Embora a área técnica tenha competência para atuar na agenda, o colegiado desfalcado faz com que o fluxo decisório e o ritmo dos processos fiquem comprometidos.”
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