Nosso consultor Luiz Felipe Monteiro Seixas participou de matéria da BNamericas sobre o risco de adiamento do primeiro leilão de baterias do Brasil. Previsto para abril, ainda é necessário que sistemáticas e diretrizes sejam publicadas em uma portaria do Ministério de Minas e Energia (MME), para que o edital seja então divulgado.
Além do atraso na publicação da portaria, também existem lacunas regulatórias sobre a atividade de armazenamento de energia que, se não forem resolvidas via consulta pública (CP 39/23), podem ser endereçadas no edital do leilão.
Luiz Felipe explica que entre essas lacunas estão o modelo de remuneração, a alocação de riscos e a integração com o despacho do sistema elétrico. “Sem essas definições, fica difícil estruturar propostas competitivas, dado que os próprios players podem não se sentir seguros. Nesse caso, faz sentido imaginar que o governo possa ganhar mais tempo para amadurecer o desenho”, analisa.
Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.