Nosso sócio Thiago Araújo participou de reportagem do Estadão sobre o setor de aeroportos, que vem chamando a atenção do mercado pelas oportunidades de investimento que surgem devido a contratos que passam por repactuação, como o do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão-Tom Jobim), ou que incluem a intenção de saída do atual dono, a exemplo da venda de 20 terminais aberta pela Motiva (ex-CCR).
Outro ponto que justifica o interesse no setor é o Programa de Investimentos Privados em Aeroportos Regionais (AmpliAR), do governo federal, que busca requalificar ou fazer o equivalente a 100 aeroportos regionais no País nos próximos cinco anos.
Segundo a matéria, as repactuações e relicitações (caso do Aeroporto de Viracopos, em Campinas/SP) demonstram fragilidades nos contratos de concessão de rodadas anteriores, com destque para distorções relacionadas à demanda, que acabou sendo menor que a prevista.
Mas, na avaliação de Thiago, o setor amadureceu desde então.“Os contratos, principalmente, a partir da quinta rodada em diante sofreram melhorias regulatórias. Não são mais tão exigentes em relação a investimento nos primeiros anos e agora possuem uma variação de outorga”, afirma.
Em relação ao AmpliAR, ele é mais cético e entende que “o posicionamento do mercado, por meio consulta pública, de que prefere leilões individuais e não em blocos parece um indicativo de que não há apetite para todos”.
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