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Tipificar corrupção como crime hediondo não reduz delitos, dizem advogados

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Nosso sócio André Uryn participou de reportagem do JOTA que debate a tipificação de práticas como peculato, desvio de verba pública e atos de corrupção que prejudicam ações de combate à pandemia como crime hediondo.

“No meu entendimento, o que torna mais eficaz o combate à corrupção, ao peculato, é a probabilidade de o agente público sofrer uma sanção do que propriamente o peso da reprimenda”, pontua André.

Confira a reportagem completa: https://lnkd.in/dmasshy

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