Nossa sócia Maria Isabel do Prado Bocater participou de reportagem do jornal O Globo que abordou a liquidação da gestora e administradora de investimentos Reag pelo Banco Central.
De acordo com a matéria, o movimento não traz riscos diretos aos investidores e a decisão da autoridade tem a mesma finalidade que no caso do Banco Master: a instituição deixar de operar no mercado financeiro, mas, neste caso, sem impacto sobre os fundos que ela administra ou tem sob gestão.
De acordo com Isabel, o futuro dos fundos ficará a cargo do liquidante nomeado pelo Banco Central. Ela lembra que há regras definidas pela autarquia que regula o mercado de capitais para a destinação de gestão dos fundos.
“O liquidante poderia administrar e gerir o fundo, já que passa a administrar a corretora, mas eles normalmente não fazem isso. É facultado convocar assembleia para deliberar mudança de gestão dos fundos para outra instituição”, disse. Outra opção, segundo ela, seria o descredenciamento da Reag pela CVM, nomeando, em seguida, uma gestora temporária para os fundos então administrados.